Comparativo
Loja própria ou marketplace de delivery: o que compensa
Não é escolher um dos dois. É parar de pagar comissão pelo cliente que já era seu.
Onde marketplace de delivery ganha
- Traz demanda nova: gente que nunca ouviu falar de você abre o app com fome.
- Alcance e investimento em mídia que nenhum restaurante de bairro consegue bancar sozinho.
- Logística pronta — entregador, rastreio e suporte sem você contratar ninguém.
| Critério | Marketplace de delivery | Fidelidade |
|---|---|---|
| Descoberta de cliente novo | É o ponto forte: a vitrine já tem público com fome | Não descobre ninguém — retém quem você já conquistou |
| Custo por pedido | Comissão sobre cada pedido, inclusive do cliente recorrente | Sem comissão e sem mensalidade: só a taxa por transação no Pix |
| De quem é o cliente | Da plataforma: você não tem nome, contato nem histórico | Seu: nome, frequência e histórico ficam na sua base |
| Quem controla a vitrine | O algoritmo decide sua posição e quem aparece ao lado | A loja é sua, com a sua marca e sem concorrente na tela |
| Chamar o cliente de volta | Depende de o app lembrar de você na próxima fome | WhatsApp e e-mail direto para quem já comprou |
| Logística de entrega | Frota, rastreio e suporte prontos no dia um | Você usa o seu entregador e organiza a própria operação |
O veredito honesto
Os dois convivem bem, e quem trata isso como guerra santa costuma perder dinheiro dos dois lados. O marketplace é mídia paga: você compra descoberta e paga comissão por isso — faz sentido para encher horário fraco e para ser achado por quem não conhece a casa. O erro é deixar o cliente que já voltou dez vezes continuar entrando pela porta cara. Depois da primeira compra, o trabalho é puxar esse cliente para um canal seu, com a sua marca e sem pedágio por pedido. Use o marketplace para conquistar; use a loja própria para não pagar duas vezes pelo mesmo cliente.
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